Estrutura da Internet das Coisas¶
A Internet pode ser dividida em três fases. A primeira fase é a Internet como uma rede de computadores. A segunda fase a Internet pode ser considerada uma rede de pessoas e comunidades. Atualmente estamos vivendo a evolução para terceira fase, a Internet das Coisas (do inglês, Internet of Things - IoT). Nesta fase a rede passa a interligar vários tipos de objetos e dispositivos inteligentes do nosso cotidiano que vão interagir entre si e conosco.
A Figura 1 mostra o diagrama de blocos que representa as partes e as características de uma coisa (thing) capaz de integrar uma IoT. Independentemente de sua funcionalidade, cada coisa sempre “vive” em um determinado ambiente e terá um processador, um transceptor de comunicação e uma fonte de energia [3].
Desta forma, é notável que existem alguns requisitos para um dispositivo ou aplicações IoT. Os elementos esperados são:
- Computação: ter capacidades de processamento e memória que lhes permitam implementar desde a mais simples lógica até complexos algoritmos.
- Comunicação: ter pelo menos um meios de comunicação, preferencialmente sem fios, adaptado às necessidades de aplicação, como consumo de energia e taxa de transferência de dados.
- Sensores: coletam e processam as informações do mundo real em contextos ambientais. A informação a partir do contexto ambiental é útil para criar uma imagem instantânea do que está acontecendo em cada momento.
- Atuadores: fornecem a capacidade de agir sobre o ambiente. Aplicações IoT podem ter de agir sobre o meio ambiente, quando o usuário não é capaz de controlar, não ter conhecimento de situações específicas que necessitem de acionamento ou mesmo simplesmente porque não está presente no ambiente.
- Interfaces homem-máquina: incluindo meios de interação de entrada como chaves e botões e saída como leds e display, proporcionando ao usuário informações relevantes sobre eventos.
- Fonte de energia: qualquer coisa eletrônica precisa de energia para funcionar, normalmente uma bateria.
